Moldes e Passo a Passo: Máscaras de Carnaval

Curiosidade: como surgiu as máscaras?

 

Fonte: carnaxe.com.br

 

As máscaras surgiram em 30.000 anos AC onde era fabricada e ornamentada para ser usada em celebrações, cultos e rituais de povos primitivos. No Egito Antigo, as máscaras eram usadas na crença da passagem para a vida eterna. Colocavam uma máscara na face dos mortos. Os Gregos usavam as máscaras em cerimônias religiosas. Na China, as máscaras eram usadas para afastar os maus espíritos.

 

Desde o início do século XX, as máscaras eram usadas no Teatro Oriental, máscara como parte do figurino de suas peças. Já no Teatro Ocidental, as máscaras traduziam as expressões de alegria e de tristeza, representando os sentimentos do personagem de um rei, de um guerreiro. Na Itália eram usadas pelos “bobos da corte”, artistas do riso, transformaram-se em Arlequim, Pulcinella, Pierrot e Colombina, personagens que inspiraram o Carnaval de Veneza.

 

No século XV, os historiadores registram o “Ball Masquê”, como o primeiro baile de máscaras. No Ball Masquê o uso de máscaras era obrigatório e satisfatório devido a constantes conflitos políticos. Os cortesãos mascarados faziam brincadeiras, confiantes no anonimato, extravasando todos os seus impulsos reprimidos, libertando-os das normas sociais. Em Veneza, as máscaras tornaram-se peças decorativas, transformando-se em principal atividade econômica para a região.

 

Hoje em dia, ainda utilizamos máscaras em festas. Uma das datas em que elas aparecem é o Dia das Bruxas, Halloween, comemorado no dia 31 de outubro, principalmente nos Estados Unidos. Nesse dia, as pessoas usam máscaras e fantasias inspiradas nos filmes de terror e saem às ruas com a intenção de assustar os outros.

 

Outra festa de máscaras bastante marcante acontece em fevereiro, no Brasil. É o Carnaval, quatro dias de alegria durante os quais os foliões se fantasiam e usam máscaras para brincar e dançar. Acesse o site da Estilotex e inspire-se em algumas máscaras infantis feitas com Feltro da Estilotex pela professora Thais Padella:

 

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