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Comissão de Cultura aprova projeto que regulamenta a profissão de artesão

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Para quem ainda não sabe, a partir de setembro do ano de 2013, a  Comissão de Cultura aprovou, o Projeto de Lei 7755/10, do Senado, que reconhece a profissão de artesão e traz as diretrizes para as políticas públicas de apoio, crédito e aperfeiçoamento do setor.

 

De acordo com a proposta, artesão é toda pessoa que exerce atividade predominantemente manual, realizada de forma individual, associada ou cooperativa.

 

A relatora, deputada Luciana Santos (PCdoB-PE), defendeu a aprovação do texto. Segundo ela, as medidas constantes do projeto atendem às reivindicações centrais da categoria.

 

A proposta prevê a destinação de linha de crédito especial para o financiamento da comercialização da produção artesanal. O governo também deverá facilitar a aquisição de matéria-prima e de equipamentos.

 

Caberá ainda ao Poder Público a integração dessa atividade em programas de desenvolvimento econômico e social; a qualificação e o estímulo ao aperfeiçoamento dos métodos de produção; e a identificação de novos mercados.

 

O projeto tramita em regime de prioridade e seguirá para análise conclusiva das comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

Loja Modelo Itinerante

Parceria entre ACIA e Sebrae traz para Americana Loja Modelo Itinerante

SEBRAE

Uma parceria entre a ACIA (Associação Comercial e Industrial de Americana) e o Escritório Regional do Sebrae, em Piracicaba vai trazer para Americana, entre os dias 15 e 19 de setembro, a Loja Modelo Itinerante do Sebrae-SP. Trata-se de uma carreta equipada como uma loja de roupas, acessórios e sapatos com conceitos de visual merchandising e disposição do mix para que o empresário conheça, na prática, como montar uma loja do gênero.

A Loja Modelo ficará na Praça David Garcia (Rua Pernambuco, s/nº), no bairro Colina. Montada em uma carreta de 55 metros quadrados e 15 metros de comprimento, na Loja Modelo Itinerante os empresários do setor de vestuário poderão ver a disposição de roupas e acessórios, organização de produtos, iluminação ideal para valorizar as mercadorias entre outros conceitos. A carreta está equipada como uma loja completa, com produtos em exposição, etiquetas, gôndolas, displays, vestiário e caixa.

CIA

As visitas são gratuitas e acompanhadas por técnicos do Sebrae-SP, treinados para orientar sobre a exposição de produtos com o objetivo de melhorar os pontos de venda. As orientações são feitas a grupos de até 15 pessoas, para que em cada estação as explicações ocorram seguidas pelo esclarecimento de dúvidas. “Conheci a Loja Modelo no início do ano em Piracicaba e ela retrata todos os conceitos para criar uma loja de roupas. É uma experiência única para quem busca empreendedorismo e inovação”, relatou o presidente da ACIA. Dimas Zulian.

Quem passar pela Loja Modelo terá a oportunidade de conhecer, por exemplo, a identificação de etiquetas por radiofrequência (RFID, do inglês “Radio-Frequency Identification), mesma tecnologia utilizada em controle de pedágios e alternativa ao código de barras que permite rastrear o produto durante todo o processo, do estoque à venda ao cliente. “Os produtos são para o público feminino mas as informações compartilhadas com os visitantes são abrangentes, podem ser aplicadas em vários modelos de negócios”, explicou o gerente do Escritório Regional do Sebrae-SP em Piracicaba, Antonio Carlos de Aguiar Ribeiro.

Sebrae Móvel

Ao lado da Loja Modelo Itinerante, o Sebrae Móvel também oferecerá atendimento dos empresários e interessados em abrir o próprio negócio. “O Sebrae Móvel vem para dar suporte aos que se interessaram pela loja modelo e querem abrir o seu negócio. Então, fica o convite para que Americana e região aproveitem essa oportunidade de laboratório de conhecimento para expandir as ideias e o empreendedorismo”, convidou Dimas Zulian.

SERVIÇO:

Loja Modelo Itinerante Sebrae-SPe Sebrae Móvel

Realização: ACIA e Escritório Regional do Sebrae-SP em Piracicaba

Local: Rua Pernambuco, s/n (Praça David Garcia), no bairro Colina

Data/horário: 15 a 18/09 (das 10h às 17h) e dia 19/09 (das 10h às 12h)

Fonte: http://www.acia.com.br/aciaemdia

 

MERCHANDISING E COMUNICAÇÃO VISUAL

Você lojista sabia que uma loja organizada e com um planejamento de Merchandising e Comunicação Visual faz toda diferença para o sucesso das marcas e produtos no mercado?

 

Merchandising é uma ferramenta de Marketing, formada pelo conjunto de técnicas responsáveis pela informação e apresentação destacada dos produtos no ponto de venda, de maneira tal que acelere sua rotatividade.

 

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Aprenda agora algumas técnicas e ações com a consultora de Merchandising Francisca Laviada, que fará total diferença para o seu negócio:

 

Objetivos do Merchandising

 

Podemos definir vários objetivos do merchandising, são eles:

 

• Melhorar a exposição dos produtos no ponto de venda.

 

Mediante a disputa pelo espaço, ou destacamos o nosso produto na área de vendas ou simplesmente não vendemos, e para destacá-lo no meio de milhares de itens que o espaço comercial oferece, temos que o destacar com uma exposição atraente. O resultado desse trabalho depende fundamentalmente da nossa habilidade em fazer exposições e também da sua capacidade de improvisação;

 

• Obter maiores e melhores espaços.

 

O espaço no ponto de venda é disputado palmo a palmo pelos concorrentes, portanto, é muito importante que tenhamos iniciativa para conquistar melhores espaços e criatividade para fazer exposições atraentes.

 

• Aumentar o número de compras por impulso em favor do produto.

 

A maioria dos consumidores não planeja a compra. É na própria loja que a maior parte deles decide o que comprar. O merchandising atrai o consumidor, que sempre acaba por comprar mais do que tinha planejado.

 

• Reforçar o prestígio da marca.

 

Não é possível acelerar a venda do produto no ponto de venda se ele não estiver fácil de encontrar, fácil de ver e fácil de comprar.

 

• Vender mais e melhor.

 

Com um bom merchandising, as vendas aumentam a curto prazo, pois uma boa exposição valoriza a marca e os produtos, tornando a compra não apenas necessária, mas também agradável;

 

• Aumentar o número de clientes.

 

Cada cliente tem uma determinada capacidade potencial de compra definida pelos usos do produto e pela sua capacidade econômica. Aumentar permanentemente o número de clientes da marca e/ou produto é a forma mais fácil e segura de aumentar as vendas, além disso, a multidão atrai novos compradores. Não é necessário selecionar o comprador, pois um merchandising eficiente atrai todos de forma constante.

 

• Reduzir custos.

 

Quanto mais decisões intermediárias de compra (marca, quantidade, usos, características etc.) o consumidor tiver em mente, mais económica será a ação do merchandising, reduzindo os principais custos de um ponto de venda, como os relativos a espaço físico, estoques necessários e mão-de-obra dos auto-serviços.

 

Merchandising aproxima o produto certo, ao consumidor certo, no lugar certo, na quantidade certa, ao preço certo. Auxiliando na integração do produto para o consumo, utilizando elementos de apoio à promoção e ao produto normal, as técnicas de exibição para facilitar a predisposição de compra por parte do consumidor e também ferramentas para especificação do produto ou serviço.

 

É importante observar que o merchandising cria todo o clima favorável à decisão de compra, e contribui para o escoamento do produto no ponto de venda, pois é sua função auxiliar sempre o produto.

 

Comunicação visual.

 

A comunicação visual é muito importante dentro do ponto de venda, pois durante uma compra, a visão é o primeiro sentido humano responsável pelo processo de escolha, pois é o primeiro estímulo que faz o cérebro reagir na direção do produto.

 

Segundo alguns estudos ao medir a percepção dos cinco sentidos humanos perante um produto verificaram que reagimos:

 

• 1,0% pelo paladar;

• 1,5% pelo tato;

• 3,5% pelo olfato;

• 11,0% pela audição

• 83,0% pela visão.

 

Durante o processo de compra, o tempo de decisão em frente à gôndola / prateleira não passa em média de 5 segundos, tendo em consideração que são ‘segundos em movimento’, devido ao percurso do carrinho. Entre a parada do carrinho no local em que o consumidor acha que deve estar a categoria, a procura com os olhos pelas prateleiras, pelo produto, pela marca e pelo preço apropriado, o consumidor não levará mais que 15 segundos. Se, nesse período de tempo, outras embalagens, etiquetas de preço ou material promocional desviarem a sua atenção, despenderá mais alguns segundos para fazer comparações. E aí escolherá o produto definitivo.

 

Principais materiais e ações promocionais utilizados nos pontos de venda: abordagem, adesivos de chão, banners, balcão de demonstração, cartazes, clip strip, display, faixa de gôndola / prateleira, insuflável, móbile, stopper, folheto take-one, ilhas de exposição, bandeirolas, etc.

 

Os materiais utilizados no ponto de venda podem ser definidos como todos os materiais que suportam o trabalho de conseguir uma excelente posição para uma marca ou produto na área de venda, em detrimento da concorrência.

 

Segundo alguns estudos quando um produto é colocado em promoção o índice de lembrança chega a 50%.Entregas de amostras e exposições em destaque do produto chegam a aumentar as vendas em 48%.

 

Existem quatro fases onde os materiais ponto de venda auxiliam na decisão de compra do consumidor:

 

• Atenção: todas as técnicas de merchandising aplicadas numa marca são para destacá-la frente à concorrência; portanto deve chamar a atenção e é nesse ponto que ganhará espaço na mente do consumidor;

 

• Interesse: uma vez ultrapassado o 1º passo, a consequência da atenção é a manifestação do interesse, por parte do consumidor. Este vai interessar-se em saber mais detalhes sobre o produto: benefícios, preço, embalagem, características, etc. Ao chamarmos à atenção, provocaremos o interesse de conhecimento.

 

• Decisão: o consumidor, que já se interessou pela marca, toma a decisão de ir de encontro do produto e neste momento existe uma ligação entre o consumidor e o produto.

 

• Aquisição: quando o consumidor adquiriu e comprou o produto com decisão de consumir, tornar-se um consumidor fiel, uma vez satisfeito com marca.

 

Os equipamentos complementares da área de venda são de extrema importância para a criação de um ambiente diferente, tais como uma boa iluminação, vitrinismo, displays fixos estratégicos em segmentos, som ambiente, limpeza, fragrâncias etc.