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2ª Dica: Como Ganhar Dinheiro com Artesanato

Talvez a dúvida mais comum que recebemos seja a de como ganhar dinheiro com artesanato. Muitas pessoas conhecem as técnicas e gostariam de obter renda extra, mas não sabem por onde começar para vender cada peça.

 

Pensando nisso a Vitrine do Artesanato preparou cinco dicas que vão ajudar a tornar real o sonho de ganhar dinheiro com artesanato, e iremos disponibilizar para vocês uma a cada semana, por isso acompanhem o blog Artesania!

 

2ª Dica: Faça as peças com rotina de trabalho!

 

É importante estabelecer uma rotina de trabalho para fazer suas peças todos os dias. Considere também por quais estampas deve começar, deixe seu ambiente de trabalho organizado e ponha a mão na massa.

 

Não se esqueça, o trabalho do artesão é manual e cheio de criatividade, mas não é por isso que você deve deixar de otimizar o tempo para fazer mais peças por dia, garantindo um melhor rendimento, e consequentemente uma renda extra maior.

Conhecimento em técnicas criativas: oportunidades à vista!

Por: Eder Machado

 

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Eu acredito que as adversidades e problemas servem para nos tirar da zona de conforto e nos estimular a enxergar oportunidades que não conseguimos enxergar por estarmos acomodados e confortáveis com uma determinada situação. Para não ficar somente no discurso ou nas frases de efeito, tentarei trazer nessa postagem (dividida em duas partes) insights práticos sobre uma oportunidade que você pode estar perdendo: venda de conhecimento em técnicas criativas. Para começar, vamos avaliar o cenário atual e olhar além da dificuldade.

 

O valor do conhecimento e da informação

 

Sabemos que o cenário econômico não é otimista e, por conta disso, deduzimos que as pessoas estão deixando de comprar. Porém, isso é um engano, pois na verdade, todos continuam comprando e o que mudou são as prioridades. Em outras palavras, ao invés de comprar um sapato caro, vou pesquisar alternativas mais baratas, porém, não deixo de comprar o calçado.

 

Dentro do contexto da escassez econômica, as pessoas buscam mais informações e conhecimento para definir corretamente seus investimentos e priorizar certos gastos. Entretanto, informação e conhecimento nem sempre são encontrados facilmente ou quando são, não são confiáveis ou estão incompletas, então, as pessoas preferem comprar informação e conhecimento, pois asseguram a credibilidade da informação.

 

Veja um exemplo:

 

Uma mãe planeja fazer o aniversário de 4 aninhos de sua filha, para isso cogitou chamar o profissional de decoração que contratou nos anos anteriores. Mas para otimizar custos, resolve fazer ela mesma a decoração, então, pesquisa na internet por ideias bacanas e decide que a decoração da festa de sua filha será feita em scrap. No entanto, além de não ter tempo para procurar as aulas que precisa, aquelas que encontra estão incompletas, então, ela decide comprar um curso de “Scrap Festa: Aniversário de Princesa” pois, esse curso, além de pagar menos que a contratação do decorador, ela aprenderá como fazer todas as peças que precisará para decorar a festa.

 

Você percebe? A mãe não deixou de comprar, ela apenas reordenou suas prioridades e investiu em conhecimento. Ou seja, em tempos de escassez o conhecimento e informação são necessários e tem muito valor.

 

A renda alternativa

 

Quando o orçamento fica apertado, seja por demissões, corte no salário, ou queda nas comissões é natural as pessoas buscarem uma renda alternativa para suprirem suas necessidades e manterem seu padrão econômico. Geralmente, buscam abrir um negócio em sua própria casa, como, por exemplo: Fazer doces e salgados, revender cosméticos, abrir um negócio online e fazer artes manuais e criativas, no entanto, é necessário se capacitar e então investem em conhecimento e informação(livros, cursos, palestras, consultoria, etc) para aprimorar seu negócio.

 

O que estou querendo dizer, é que existe um mercado carente em aprender e que está disposto a investir em profissionais que queiram ensinar, assim como você que tem experiência, conhecimento e habilidade artesanal.

 

Com o crescimento do mercado das artes manuais, muitos artesãos já não conseguem atender toda a demanda de pedidos e orçamentos, tendo que terceirizar seu trabalho. Porém, por falta de profissionais qualificados, estão ensinando sua técnica e se tornando referência para outros artesãos que, agradecidos admiram e respeitam o trabalho de quem os ensinou e, ao invés de ter um ambiente de concorrência, criam parcerias que permitem o crescimento e fortalecimento mútuo.

 

Sobre Eder Machado:

 

Empreendedor digital, idealizador do ArtesCON e criador do blog Como Vender Artesanato. Seu blog e cursos têm ajudado vários criativos e artesãos a desenvolverem um negócio rentável através das artes manuais.

 

VENDEDOR BONZINHO NÃO VENDE!

É impressionante o tamanho da passividade da maioria dos vendedores diante das inúmeras desculpas e da natural desconfiança dos clientes.

 

Meu irmão, se você está recebendo alguém na sua loja/na sua empresa, a sua taxa de conversão tem que ser altíssima. Se você visita alguém que tem perfil e disponibilidade financeira para comprar, a sua taxa de conversão tem que ser altíssima!

 

Se você fecha poucas vendas, você deve ficar revoltado.  E esse sentimento deve ser com você, e não com o cliente!

 

Se você aceitar todas as desculpas que os clientes têm para não comprar, você está perdido!

 

Tem vendedor que entra na “pilha” do cliente. O cliente diz: “nossa, esse orçamento está caro” e o vendedor bonzinho diz: “nossa, está caro mesmo, eu já falei para o meu chefe que tem que ter um desconto, etc., etc., etc.”.

 

O cliente quer comprar, ele só precisa de uma “ajuda” sua. Só saia da reunião com seu cliente com a certeza de que não existe mais nenhuma possibilidade de venda, e mesmo assim, você ainda pode sair de lá com algo: UM APRENDIZADO!

 

Se você utilizou todas as técnicas e argumentos e ainda assim não deu para vender, feche a sua pasta, guarde sua caneta e calculadora e diga:

 

“Senhor Carlos, agora que não estamos mais negociando, me diga onde eu errei, qual foi o motivo de o senhor não ter comprado de mim?”

 

No mínimo, você vai identificar seus erros – para não errar mais. Outra coisa que pode acontecer é ele falar o real motivo e vocês voltarem a negociar dessa maneira:

 

“Compreendo, senhor Carlos. Agora sei por que o senhor não comprou de mim. Deixe-me fazer uma pergunta: se, juntos, encontrarmos uma solução para esse problema, e que seja boa para senhor, o senhor repensaria a possibilidade de fazermos negócio?”

 

Não se esqueça, ESGOTE (de maneira correta e educada) todas as chances do seu cliente comprar de você. Seu tempo vale muito dinheiro. Se você já está atendendo, não perca essa oportunidade!

 

Você pode me dizer: Thiago, mas se eu forçar muito o meu cliente pode não gostar mais de mim. Ele pode “espanar” e não querer mais me ver.

 

Meu amigo, para essa sua dúvida eu lhe entrego mais uma:

 

“Como você quer ser visto pelo seu cliente? Como bonzinho ou como competente?”

 

Sucesso, um forte abraço e boas vendas!

 

Fonte: Tiago Concer

 

Diretor do IEVENDAS – Instituto de Especialização em Vendas. Possui formação em Relações Públicas e especialização em Marketing de Varejo, Gestão de Vendas Gestão de Comunicação e Marketing. Possui experiência como representante comercial, vendedor porta a porta, gerente de marketing e gerente comercial.